As minhas princesas
As minhas princesas
domingo, 28 de janeiro de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
Escleroterapia ou mulher sofre!?!??!
Desde os meus 15 ou 16 anos que me lembro de ter derrames nas pernas, primeiro apenas alguns mas com o passar dos anos e com a maternidade a situação agravou-se, também não ajuda nada o facto de eu ser branca como a cal da parede, até as veias se notam quase todas!!
Quando a minha filha mais velha tinha 2 ou 3 anos comecei a fazer tratamento aos derrames, a chamada "escleroterapia", normalmente fazia entre novembro e março um tratamento de 5 em 5 semanas (mais ou menos) consoante a minha disponibilidade e a agenda do médico (não se deve fazer no verão para a pele não ficar marcada).
Com a gravidez, o nascimento e a amamentação da minha piolhita mais nova tive de interromper o tratamento, até que no final do ano passado decidi, já sem impedimentos, voltar aos tratamentos.
O médico, que agora é outro, aconselhou-me na 1.ª consulta a fazer primeiro um ecodopler para verificar qual o estado interior das minhas pernas, fiquei a saber que numa das pernas tenho uma veia insuficiente, que se traduz numa circulação de sangue deficiente que também ajuda no aparecimento dos derrames vasculares.
Já fiz o 1.º tratamento, que consiste em picadas nas zonas afetadas por derrames para injetar um líquido que faz com que o derrame desapareça ou atenue, pela minha experiência anterior posso afirmar que se nota bastantes melhorias, no entanto, não é um tratamento definitivo porque acabam por ir aparecendo novos derrames, trata-se portanto de um tratamento de manutenção. Desta vez levei 28 picas (até se acabar o líquido que estava na seringa) e fiquei com as minhas pernocas no estado que retrato nas fotos seguintes. Depois das picadelas são colocados os rolinhos de algodão com adesivo para as pernas não sangrarem e para que não saíssem o médico colocou mais umas tiras grandes de adesivo por cima. Deve-se calçar logo de seguida meias de compressão e dormir com elas durante a noite a seguir ao tratamento, no dia seguinte de manhã retira-se o arsenal todo (doeu um bocado retirar as tiras grandes de adesivo) toma-se banho normalmente e coloca-se um creme anti-inflamatório durante uns dias e se ficar algumas nódoas negra coloca-se mais um creme para que desapareçam. Daqui a cerca de 5 semanas regresso para mais um tratamento.
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domingo, 21 de janeiro de 2018
Nazaré - Praia do Norte
Já perdi a conta ao número de vezes que fomos à Nazaré para ver as ondas grandes, sempre que dizem nas notícias que as ondas gigantes voltaram à Nazaré lá vamos nós, e desta vez não foi exceção. Mas se das outras vezes a tentativa se revelou frustrada desta vez vimos de facto ondas grandes, não tão grandes como as que mostram normalmente nas reportagens televisivas mas estas também já impunham algum respeito pela força com que rebentavam na areia e pelo barulho que faziam. O tempo estava bom, algum frio por estarmos junto ao mar mas sol e não havia vento, pelo que foi uma ótima oportunidade para as miúdas matarem saudades da areia, andaram por lá a brincar e a encherem-se de areia (adoraram!!)
Fica a reportagem fotográfica para mais tarde recordar e a esperança de um dia conseguir ver ondas mesmo daquelas gigantes que se vêm na TV.
Fotografias: Mário Gomes
domingo, 14 de janeiro de 2018
Com vontade de tricotar mas sem tempo para o fazer
Ver se me organizo para voltar a ter um tempinho semanal para tricotar que as saudades já são muitas
Enquanto não o faço vou colecionando artigos inspiradores para mais tarde por em prática
Imagens do Pinterest
domingo, 31 de dezembro de 2017
Feliz Ano Novo!!!!
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Portugal
domingo, 24 de dezembro de 2017
Feliz Natal !!!
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domingo, 17 de dezembro de 2017
Wonderland Lisboa - a minha opinião
Ontem a minha filha Joana tinha uma consulta médica em Lisboa, então decidimos aproveitar a ida à capital e o tempo de sol para irmos à Wonderland Lisboa.
Tanto eu como ela ficámos um tanto ou quanto desiludidas.
A tv dá uma dimensão ao evento que ele na realidade acaba por não ter.
Ela só dizia: "Oh mãe mas na televisão a roda gigante parece tão grande e afinal até nem é!"
Esperámos na fila para andar na roda gigante onde cada bilhete custa 3€.
Depois ela foi dar uma volta num carrocel pequeno (existem 2 de igual dimensão) onde pagou 2€ por uma volta. Na pista de gelo eu já lhe tinha dito antecipadamente que não íamos andar, primeiro porque eu já experimentei andar numa pista de gelo e correu muito mal por isso tenho medo e deixá-la andar sozinha também não era ideia que me agradasse, ainda bem que já íamos assim combinadas porque a fila para a pista devia ter para aí uns 5 km!!
Para o algodão doce também havia uma fila jeitosinha.
De resto eram muitos espaços de comida (nada saudável por sinal) e pouco mais!
Achei que havia poucas atividades para as crianças e que o espaço não é assim tão grandioso como tentam passar na tv e disse isso mesmo num inquérito que estavam a fazer no final do evento.
Estava muita gente, talvez por ser sábado, os miúdos já estarem de férias da escola, estar um dia de sol (apesar do frio) e a entrada ser grátis, mas a meu ver e apesar de ter entradas pagas continuo sem dúvida a preferir a Vila Natal em Óbidos, onde espero ainda ir um dia destes. A minha filha Joana também tem a mesma opinião.
A iniciativa é de louvar e leva certamente mais gente a Lisboa mas sugiro que pensem mais nas crianças e menos em termos comerciais.
Ficam as fotos para mais tarde recordar.
domingo, 10 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Já cheira a Natal
O espírito natalício já invadiu a nossa casa.
Coroa de natal feita com um cabide de metal, molas da roupa, pérolas e fita de natal, para a Joana levar para a escola (foi-nos pedido um artigo de natal feito de material reciclado)
A árvore de natal cá de casa
Uma bota de natal feita pela Joana quando ainda andava no Jardim de Infância
O artigo de natal que a Joana o ano passado levou para ajudar a decorar a escola (feito de cartão, lã e botões) este ano está a decorar a nossa casa
O presépio que nos acompanha todos os anos desde que casámos
Local:
Portugal
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Dificuldades de uma mãe adoentada
Imagem da net
Quando uma mãe tem recomendação médica para descansar, chega a casa e vai ver se há jantar feito ou alguma coisa que desenrasque o jantar do marido e das miúdas, olha para a máquina de lavar roupa e lembra-se que antes de ir ao hospital deixou roupa a lavar que precisa de ser estendida, verifica se a mochila da escola das miúdas tem tudo o que precisa para levarem no dia seguinte e na mesma onda vai por a roupa delas a jeito para levarem para a escola. Nisto, falta dar banho e jantar às miúdas e ajudar nos tpc's, acha que o marido dá conta disso, portanto, pode ir vestir o pijama e meter-se na cama (supostamente a descansar). Entretanto, ouve as miúdas aos gritos porque querem a mãe! Ouve o marido aos gritos porque elas o molharam enquanto tomavam banho e porque não jantam calmas e tranquilas e porque não se despacham com os tpc's! A mãe (que supostamente está a descansar) fica sem saber se continua ali a sentir-se uma má mãe porque não está a fazer o que era suposto: tomar conta das filhas, e do marido e da casa e das milhentas coisas diárias que há para fazer, ou se há-se fazer um esforço e levantar-se para tentar ajudar, como não se sente com coragem para se levantar fica por ali a tentar abstrair-se da confusão caseira e a tentar descansar (como era suposto) até lhe entrarem as crianças pelo quarto e começarem a saltar em cima da cama, ou porque estão a "fugir" do pai, ou porque estão na brincadeira entre elas ou porque querem animar a mãe quando a mãe só precisa de paz e silêncio... e assim se prolonga a tormenta até finalmente o marido conseguir acalmar as "feras" e adormecê-las. Agora sim, a mãe pode supostamente descansar, não sem antes pensar no que tem no frigorífico para as refeições do próximo dia e dos dias que tiver de ficar em casa e das tarefas inadiáveis que não podem ser simplesmente esquecidas.
Conclusão: devia ser proibido as mães adoecerem!
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Desabafos,
maternidade
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Portugal
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