As minhas princesas

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sexta-feira, 15 de abril de 2022

O aniversário da Joaninha

A última publicação que fiz aqui no Blog foi em janeiro, a redução do número de publicações por aqui deve-se à falta de tempo associada à rapidez de publicação no Instagram que me levaram a optar por essa plataforma nos últimos tempos, no entanto, à semelhança do que fiz nos anos anteriores deixo aqui para memória futura  o relato do aniversário da minha Joaninha.


Ontem, a minha menina mais velha fez 12 anos! 
Sinto que o tempo voou desde que ela nasceu. 
Já está praticamente do meu tamanho.


Este ano o tema da festa escolhido foram os girassóis, inspirada por uma visita que fizemos o ano passado a um campo de girassóis e também por ser uma das flores da Ucrânia e estarmos solidários com este povo nos tristes tempos que correm.


A festa foi dividida em duas partes, primeiro para as amigas: almoçaram juntas, fizeram trabalhos manuais à tarde, divertiram-se ao ar livre e tiveram um bolo feito por mim para cantarem os parabéns à aniversariante, foi tão bom presenciar alguma normalidade que infelizmente se perdeu nos últimos anos.


Mais à tardinha foi a vez da família comemorar os 12 anos desta linda princesa.


O sol ajudou a que o dia fosse maravilhoso, decoramos esta moldura com girassóis que deu origem a umas fotos muito giras, aproveitamos o tempo bom para uma sessão fotográfica no exterior de casa e já de noite cantámos os parabéns com mais um bolinho caseiro feito pela mamã da menina dos anos.


A mana mais nova também aproveitou bem o dia e alinhou em todas as atividades.


Foi um dia alegre e muito bem passado. Que sejas sempre muito feliz meu amor! Muitos parabéns!!




 



domingo, 12 de setembro de 2021

Retratos de uma vindima no Ribatejo

Atualmente, grande parte das vindimas no Ribatejo já se faz de forma mecanizada, no entanto, a vindima das vinhas que o meu pai tem e que são amanhadas por ele, praticamente sozinho, durante o ano inteiro ainda é feita de forma manual.


Num fim de semana vindima-se as uvas tintas, durante a semana o meu pai faz o vinho tinto na sua adega, guardando-o em depósitos que já contam uns bons anos e outras tantas colheitas.


Noutro fim de semana vindimam-se as uvas brancas que irão dar origem a vinho branco que ficará igualmente guardado em depósitos próprios até que fique apto para ser vendido.


As minhas filhas já foram aprender como se vindima e a mais velha ajuda a avó a por a mesa para o almoço e para o lanche e a levantar a mesa, acho importante que elas percebam a dificuldade de colher o fruto de um ano inteiro de trabalho do avô e percebam como as uvas se transformam em vinho com muita dedicação, muito empenho e muitas horas que ficam por dormir nessa semana de transformação.


Os meus avós eram agricultores, o meu pai sempre foi agricultor e o meu irmão do meio também gosta de agricultura e desde muito novo que começou a ajudar o meu pai no cultivo da vinha, na vindima e na lagaragem, hoje em dia tem alguns problemas de coluna e nas articulações possivelmente derivados do trabalho forçado de tantos anos


Uma das minhas sobrinhas (a minha sobrifilha, sobrinha quase filha) acho que começou a ir para a vinha desde que começou a andar e desde muito cedo que vindima, anualmente faz-me companhia a vindimar e somos as aguadeiras de serviço porque nos dias em que o calor aperta beber água é muito importante para aguentar o trabalho a céu aberto.


O cuidado e o trabalho árduo que o meu pai tem ao longo do ano, aliado ao saber apurado ao longo das décadas, refletem-se na produção das uvas


Os almoços nos dias de vindima são na adega do meu pai, comida de conforto para aguentar a tarde de trabalho depois de uma manhã cansativa, os apreciadores de vinho regam a refeição e algum pequeno abuso anima a tarde dos restantes


Panela na mesa, cada um serve-se e repete até querer


O meu pai tenta facilitar ao máximo o trabalho dos vindimadores eliminando as ervas que aparecem de forma espontânea e cortando a rama da vinha para que os cachos sejam de mais fácil acesso


Vão a vão, tesourada a tesourada, as uvas vão passando das cepas para os cestos e daí para o reboque de transporte até ao lagar

Reboques a transbordar são sinal de uma boa colheita 


A mão de obra da vindima é constituída por familiares e por pessoas habituadas a trabalhos no campo, um grupo mais ou menos certo de ano para ano que guarda boas recordações da vindima


Ver os lagares cheios no fim da jornada de trabalho é uma satisfação. Este ano a vindima está pronta mas o meu pai continua o seu trabalho até o vinho estar nos depósitos. Aos 77 anos tem uma capacidade invejável de realizar todo este trabalho. Que a saúde, a força e a vontade de trabalhar o acompanhem até ele querer continuar nesta vida ativa.

 

domingo, 4 de abril de 2021

Páscoa 2021

O ano passado desejei que este ano pudessemos ser livres para fazer o que bem entendessemos, como podem ver na publicação que fiz na altura Aqui ainda não foi possível mas espero que estejamos no bom caminho para em breve sermos livres!

Por aqui já houve fotos na rua, caça aos ovos e jogo de equilíbrio com ovinhos de chocolate, ficam algumas fotos para mais tarde recordar.

Haja saúde que é o principal. Cuidem-se e protejam-se!!

Continuação de Santa e Feliz Páscoa.








sábado, 20 de março de 2021

O tratamento para a queda de cabelo está a resultar!

Lembram-se de ter feito uma publicação sobre a queda de cabelo e os produtos que estava a usar para minimizar essa situação? Podem rever essa publicação Aqui

Parece-me que o tratamento resultou! Reparem na quantidade de cabelitos novos em fase de crescimento que se notam na foto seguinte



E agora que estou novamente a mencionar este assunto estou a lembrar-me que já estamos em março, altura que por norma tomo o suplemento alimentar da Solgar para pele, cabelo e unhas, ver se compro e inicio a toma para manter o cabelo no lugar.

Tenho usado shampoo sólido e estou a gostar.

Entretanto, ver se consigo vaga no cabeleireiro para dar um corte revitalizante, mas vou deixar passar esta fase em que havia muita gente a desesperar por uma horinha no cabeleireiro, tenho tempo!

domingo, 7 de março de 2021

Para que servem os naperons?

Tenho vários naperons feitos à mão pela minha mãe e por uma tia que já faleceu há muitos anos. Não os uso mas tenho por eles bastante valor sentimental, por isso ando sempre a pensar como lhes posso dar alguma utilidade. Já andava a algum tempo a pensar nesta solução que coloquei agora em prática, comprei bastidores de bordar numa retrosaria online, e com os naperons fiz "quadros"

Lavei-os e estiquei-os bem com o ferro

E coloquei-os nos bastidores

Comprei 3 medidas diferentes depois de medir os naperons

Na parte sobrante dos naperons coloquei fita cola dupla face, nas traseiras do bastidor

Coloquei-os na parede e agora apetece-me ficar a olhar para eles

domingo, 17 de janeiro de 2021

Nós, na revista Nova Gente desta semana

Esta semana, na revista Nova Gente que ainda está em banca, podem ler um artigo sobre o projeto de voluntariado digital que criei no Instagram


 

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Vamos Ajudar Portugal: Chulé

Hoje divulgo aqui no Blog mais uma marca portuguesa que descobri através do meu projeto de voluntariado digital no Instagram Vamos Ajudar Portugal
Só o nome prendeu-me logo a atenção: CHULÉ (achei muito divertido) e depois o conceito da marca, colocar em meias portuguesas confecionadas em algodão orgânico símbolos tradicionalmente portugueses tais como: os pastéis de nata, a calçada portuguesa, o galo de barcelos, a guitarra portuguesa, entre outros que podem encontrar no site onde podem fazer as v/encomendas. 


Estas meias são da edição especial Natal e a Joaninha ficou fã, eu bem tentei ficar com elas mas não tive sorte nenhuma, são fofinhas e devem ser tão quentinhas!!! (Ela confirma que sim)

No site ou na página do Instagram da marca Chulé podem encontrar mais informação sobre esta marca portuguesa, cujo design e fabrico é igualmente português.

Como podem ver pelo ar da minha Joaninha ela adorou as suas meias Chulé.

Para estar confortável, em casa, nesta época festiva e de férias é do melhor!
Aproveitei também para oferecer no Natal: Natal sem meias não é Natal :-)

Alguma informação que podem ver no site da marca:

A CHULÉ nasce da vontade de criar um produto único no mercado, que alie as qualidades da confecção Nacional à sustentabilidade e ao seu design exclusivo e original.

A filosofia da CHULÉ reflete-se na atenção à qualidade e ao detalhe, desde a concepção de cada modelo até chegar ao cliente final.

Na produção das meias CHULÉ, o algodão usado é 100% orgânico tendo a certificação GOTS (Global Organic Textile Standard). Experimenta a alternativa sustentável ao algodão convencional e não vais querer outra coisa!

Usar um par de meias CHULÉ é mostrar quem és, desafiar o convencional e transmitir energia positiva, sempre com os teus pés alegres e o ambiente também!
 


sábado, 26 de dezembro de 2020

As Malhas da Rezoirinha

Das memórias que tenho de mim de criança muitas delas são de estar a tricotar, inicialmente roupinhas para as bonecas mas desde muito cedo também camisolas para mim. Andava na escola primária e já fazia camisolas de malha para mim, só não as costurava (deixava essa parte para a minha mãe), ainda hoje é a parte que menos gosto de fazer.

Ao longo da vida fui passando por várias fases: ora tricotava sem parar, ora deixava de tricotar por uns tempos por falta de disponibilidade ou simplesmente porque não me apetecia.

Na altura que estava grávida da Diana (a minha filha mais nova) fiz vários artigos em tricot para ela, depois com a tarefa de cuidar de 2 crianças, da casa, do trabalho fora de casa fui deixando e já há um tempo que não fazia malha.

Mas, o gosto pelo tricot está sempre presente e comecei a ter saudade de tricotar, por isso, decidi que vou voltar a tricotar o que mais gosto: roupa de bebé.

Ontem, dia de Natal e dia de comemoração do nascimento por excelência, nasceu no Instagram a página: As Malhas da Rezoirinha

Rezoira é uma alcunha de família, e quando eu era pequena chamavam-me Rezoirinha, portanto, pensando que comecei a fazer malha em pequena e que me chamavam por esse nome achei que tinha tudo a ver comigo!

O facto de ter aprendido a tricotar antes de aprender a ler e a escrever tem de querer dizer algo, o tricot está gravado em mim desde sempre, a facilidade (modéstia à parte) que eu tenho de olhar para um artigo de tricot e perceber como ele é feito nasceu comigo, é algo intrínseco, fui aprendendo e melhorando a técnica mas desde sempre fiz malha de forma muito certinha e aprendia com uma facilidade, que agora olhando para trás não me parece muito normal. Só de pensar que da idade da minha Diana eu já fazia malha, parece-me algo a que eu tenho de dar mais atenção porque foi uma característica que já nasceu comigo e que me faz feliz. Sou feliz a tricotar!

Quem tiver Instagram siga a página As Malhas da Rezoirinha para ficar a par das novidades. Agora vou pegar nas agulhas e na lã e ser feliz!


domingo, 1 de novembro de 2020

Queda de cabelo

Queda de cabelo: desde há uns anos a esta parte este é um tema sensível para mim.
Nunca tive uma farta cabeleira, o meu cabelo sempre foi fininho e sempre tive pouco cabelo mas o facto de ter sentido que nos últimos anos a tendência dele para cair é maior assusta-me!
Já tive alturas em que senti peladas nas cabeça e achei que não voltaria a ter cabelo nesse sítio, felizmente tem voltado a crescer com ajuda de alguns produtos específicos. 

Normalmente em setembro e março tento sempre fazer algum tratamento para tentar atenuar a queda e ajudar a que o cabelo volte a nascer, desta vez resolvi testar uma marca nova que não conhecia.
 Adquiri os produtos (Shampoo + ampolas) no CEC - Centro de Ensino de Cabeleireiro em Santarém, onde tive direito a uma avaliação capilar gratuita.
 
As ampolas são 6 mas deram para 18 aplicações (cada ampola deu para usar 3 vezes), foi-me explicado como deveria fazer a aplicação das mesmas e segui tudo à risca, o shampoo uso desde a altura que iniciei as ampolas e ainda estou a usar, é normal que o resultado só seja visível lá mais à frente porque os cabelos não nascem e crescem de forma visível de um dia para o outros, há que ser paciente.

São produtos da marca biokera, como podem ver nas fotos das embalagens, na foto seguinte é possível ver a constituição e forma de uso. O preço não é assustador quando comparado com produtos do mesmo género, antes pelo contrário, achei acessível.


Quanto às ampolas posso dizer que se sente o couro cabeludo bastante fresco após a sua aplicação. Sempre que as colocava pensava: mal não hão-de fazer portanto vamos a isto!


Como complemento ao shampoo e às ampolas também tenho por hábito na altura em que sinto que a queda é mais acentuada (de preferência um tempo antes de sentir isso) tomar um suplemento alimentar também vocacionado para o cabelo, já usei de outras marcas mas sinto mais efeito com esta, vejo cabelitos a nascer, o preço normal ronda os 16€ mas em promoção já tenho comprado por 13€, deve-se tomar 2 cápsulas por dia, um frasco dá para 1 mês (60 cápsulas).


Não conto ficar com uma cabeleira em versão Tina Turner dos anos 80, mas se conseguir manter o que tenho ou fazer com que os cabelos que nascem sejam iguais ou superiores aos que caem em cada ciclo já me dou por bastante satisfeita. A alopécia pode dar cabo da autoestima de qualquer um, convém tratar atempadamente e minimizar os efeitos que com o avançar da idade têm tendência a piorar.

E vocês também fazem tratamentos deste género? Contem-me tudo! 

 

domingo, 25 de outubro de 2020

AMU malas

Já devem ter percebido que eu AMU malas! Isto sou eu a tentar fazer um trocadilho com a marca da mala que adquiri recentemente a uma artista/artesã minha conterrânea, que descobri através da minha página de voluntariado digital no Instagram @vamos_ajudar_portugal onde tenho encontrado artigos e pessoas fantásticas! A Ana (criadora destas malas) não foi exceção, posso confirmar que o trabalho ao vivo é ainda mais espetacular que nas fotos e é tudo feito de forma artesanal, com produtos ecológicos e respeito pelo planeta. Podem saber mais pormenores sobre a Ana e sobre a forma como são feitas estas malas na notícia publicada na NIT 

Depois de ver os artigos disponíveis vezes sem conta no Instagram da AMU lá me consegui decidir por um (não foi fácil, gosto de todas as estampagens), este era sempre o que me prendia mais a atenção e foi o escolhido, tem o nome de trigo porque as estampas remetem-nos para esse cereal.

Tudo nesta marca portuguesa (que é marca registada desde agosto/2020) é pensado em reduzir o desperdício ao máximo, reparem no saco onde vinha a mala, o papel foi costurado para formar o saco e as alças são sobras dos materiais que a Ana usa nas malas, adorei!

A mala vinha embrulhada desta forma que também me cativou, é impossível ficarmos indiferentes a estes detalhes, ao cuidado no embrulho, à mensagem relacionada com o conceito da marca, até custa desembrulhar só de pensar no tempo e dedicação aqui colocado. Fiz questão de efetuar o registo fotográfico antes para puder de alguma forma valorizar este trabalho!

E depois de ganhar coragem para desembrulhar deparei-me com este LINDO artigo manufaturado, não sei quantas horas demorou a fazer mas não devem ter sido poucas para chegar às minhas mãos assim tão perfeitinho, reparem nas alças que são entrançadas pela Ana, no forro personalizado com a marca, na estampagem feita à mão, nos atilhos que permitem mudar o formato da mala

A mala pode ser usada aberta como na foto anterior ou "fechada" usando para isso uns atilhos que tem e fica logo diferente, gosto das duas versões e já andei por aí a mostrar a minha nova aquisição que vale cada cêntimo que dei por ela. Parabéns Ana pelo teu trabalho e votos de muito sucesso profissional! 
Por ser um part time, uma vez que a Ana é enfermeira e exerce a sua profissão, existem poucos artigos destes e são todos feitos com um enorme carinho e dedicação. Se gostaram e também querem ter uma mala AMU apressem-se a contactar a Ana através do Facebook ou do Instagram 

Um cartão de agradecimento com a explicação do nascimento e conceito da marca, fiquei fã!